Segundo a definição de Arthur Schopenhauer, a 'Dialética Erística' é tecnicamente distinguida da lógica formal por um critério teleológico específico. De acordo com a introdução da obra, essa distinção fundamenta-se no fato de que a dialética:
- A) Ocupa-se exclusivamente com a verdade objetiva da argumentação, visando o esclarecimento mútuo.
- B) É a arte de discutir de modo a ter razão, independentemente da verdade objetiva do assunto em questão.
- C) Constitui um método científico de indução pura que ignora a vaidade inata do ser humano.
Ao analisar a base de toda a dialética, Schopenhauer estabelece dois modos principais para refutar uma tese. Identifique o modo que foca na 'verdade relativa subjetiva' do oponente:
- A) Modo ad rem.
- B) Modo ad hominem.
- C) Modo ad auditores.
A refutação direta, como método dialético, ataca a tese em seus fundamentos. Segundo o autor, uma das formas de realizar esse ataque é negar a relação lógica entre as premissas e a afirmação, técnica conhecida como:
- A) Nego majorem.
- B) Nego minorem.
- C) Nego consequentiam.
A Estratégia 1 (Generalização) consiste em levar a afirmação do oponente além de sua fronteira natural. Para se defender desse estratagema, o autor recomenda que a defesa foque no:
- A) Puncti ou status controversiae.
- B) Petitio principii.
- C) Instancia in contrarium.
A Estratégia 2, fundamentada na 'Homonímia', diferencia-se da Estratégia 1 por não lidar com a extensão do conceito, mas sim com a ambiguidade vocabular. Segundo o autor, homônimos são:
- A) Duas palavras diferentes que descrevem o mesmo conceito.
- B) Dois conceitos diferentes que são descritos com a mesma palavra.
- C) Sinônimos perfeitos utilizados para confundir a prova ontológica.
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