Em 'Água Viva', a narradora busca apossar-se do 'é' da coisa. Tecnicamente, a tentativa de captar o 'instante-já' é descrita como:
- A) Uma fixação do passado para entender as causas que geram o presente.
- B) A captura da quarta dimensão do instante que, por ser fugidio, é sempre um novo já.
- C) Uma estrutura lógica e matemática que impede a fragmentação do eu.
A narradora estabelece uma relação de equivalência entre diferentes formas de arte. Segundo a obra, a 'quarta dimensão' da autora, equivalente à sua pintura, é:
- A) A palavra.
- B) O silêncio.
- C) A música.
Sobre o conceito do 'it', elemento recorrente na investigação clariceana da obra, é correto afirmar que ele representa:
- A) A identidade pessoal e biográfica da narradora que se revela através das confidências.
- B) A soma das memórias de infância que dão sentido à história narrada.
- C) O mistério do impessoal, um centro vivo, duro como pedra e mole como ostra.
Ao descrever suas telas e sua escrita, a narradora utiliza a metáfora das 'grutas'. Tecnicamente, na economia do texto, as grutas simbolizam:
- A) O paraíso perdido da infância, nimbado de claridade e segurança materna.
- B) O mergulho na terra, um inferno esverdeado pelo limo do tempo e povoado de bichos.
- C) A ordem geométrica da razão que protege a alma contra o caos do mundo.
A narradora utiliza uma metáfora biológica drástica para descrever sua fonte de subsistência existencial e criativa. Essa metáfora consiste em:
- A) Alimentar-se diretamente da placenta e comê-la para ganhar força.
- B) Beber o sangue dos inimigos em cerimônias inquisitoriais.
- C) Respirar o perfume das flores para anular a necessidade de matéria.
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