Para mitigar fraudes por personificação de e-mails institucionais (spoofing) do Tribunal, o administrador de redes configurou diretivas antispam. A respeito do papel de SPF e DKIM:
- A) O SPF adiciona uma assinatura criptográfica no cabeçalho das mensagens, enquanto o DKIM define as ações de exclusão direta de IPs inválidos do cluster.
- B) O SPF lista no DNS do domínio quais IPs estão autorizados a enviar e-mails em seu nome, e o DKIM insere uma assinatura criptográfica validada por chave pública.
- C) Ambos os registros são configurados no arquivo binário ntds.dit do Active Directory e dependem do protocolo de roteamento OSPF.
A infraestrutura do Tribunal possui centenas de comarcas interconectadas, cujos computadores recebem IP de um servidor centralizado. Para que os pacotes de DHCP Discover consigam ultrapassar os limites físicos de VLANs locais:
- A) Instala-se o DHCP Relay Agent no roteador/switch L3 local para converter o broadcast Discover do cliente em unicast direcionado ao servidor central.
- B) Configura-se o DNS reverso em modo de réplica forçada no switch L2 para repetir as solicitações UDP 5060 de forma ininterrupta.
- C) Deve-se desativar a exclusão de IPs no servidor central, permitindo que todas as máquinas utilizem a mesma chave MAC compartilhada.
O Tribunal de Justiça implantou servidores de Proxy para controlar o tráfego da rede. A respeito das finalidades técnicas de Forward Proxy e Reverse Proxy:
- A) O Forward Proxy atua na borda do Data Center protegendo os servidores de aplicação internos contra acessos não autorizados da internet externa.
- B) Ambos operam estritamente de forma transparente, sendo vedado o uso de portas tradicionais como a 8080 ou a 3128 nas conexões corporativas.
- C) O Forward Proxy foca em proteger e filtrar o tráfego de saída dos usuários internos, e o Reverse Proxy protege servidores internos balanceando a carga.
Na hospedagem Java EE do PJe, a equipe técnica avalia a implantação do WildFly. A respeito dos modos de inicialização Standalone e Managed Domain do WildFly:
- A) O modo Standalone roda cada instância como uma JVM isolada sob o arquivo standalone.xml, e o Managed Domain centraliza a gerência via domain.xml e host.xml.
- B) O modo Managed Domain proíbe conexões simultâneas de instâncias e grava todas as regras no arquivo standalone.xml dos hosts locais.
- C) Ambos os modos compartilham a mesma JVM do superusuário root, sendo obrigatório o uso do arquivo applicationHost.config para controle de threads.
Para suportar o tráfego massivo de consultas de processos, o servidor Apache do Tribunal deve ser otimizado. Sobre os módulos de processamento Prefork e Event do Apache:
- A) O Prefork atua por pools de threads estáveis dedicadas a conexões Keep-Alive, consumindo baixíssimos recursos de hardware do servidor local.
- B) O Event cria um processo filho para cada conexão concorrente de rede, sendo a escolha ideal para bibliotecas que não são thread-safe.
- C) O Prefork cria processos filhos independentes sem threads (altamente estável), e o Event usa threads e gerencia de forma assíncrona conexões Keep-Alive.
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