Para viabilizar a implantação escalável da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br) em microsserviços sob Kubernetes, a Portaria nº 284/2021 estabelece diretrizes rígidas. O backend da solução em Java deve ser projetado obrigatoriamente de forma a operar sem estado (Stateless). Diante dessa especificação, a aplicação deve:
- A) evitar a retenção de dados de sessão do usuário na memória da JVM, validando a identidade por meio de tokens JWT externos.
- B) gerenciar o contexto de autenticação local no JBoss/WildFly, armazenando temporariamente os dados de navegação no servidor de aplicação.
- C) manter buffers locais de estado na memória RAM, utilizando mecanismos de replicação síncrona entre os pods ativos.
Durante o desenvolvimento de um microsserviço da PDPJ-Br integrado ao banco de dados relacional por meio do JPA e Hibernate, um analista do TJCE manipula uma entidade de processo que se encontra no estado Detached. Segundo as regras de ciclo de vida do JPA, as alterações efetuadas nos atributos desse objeto não afetam o banco de dados, exceto se:
- A) a transação física for finalizada diretamente com um commit sem o encerramento prévio do EntityManager.
- B) o objeto for explicitamente reassociado ao contexto de persistência por meio da execução do método merge().
- C) o programador acionar o método clear() para forçar a sincronização de cache residual das variáveis em memória.
Em arquiteturas distribuídas de microsserviços da PDPJ-Br que utilizam o padrão Database-per-Microservice, o uso do protocolo de confirmação em duas fases (2PC) é evitado. A consistência dos dados de negócio que envolvem diferentes serviços é mantida por meio do Saga Pattern. Caso um serviço da cadeia de transações falhe, o sistema deve restaurar o estado consistente exclusivamente mediante:
- A) a execução de rollbacks físicos em cascata gerenciados pelo mecanismo transacional nativo ACID dos bancos de dados relacionais.
- B) a emissão de comandos de bloqueio síncrono de tabelas no banco de dados centralizado do PJe nacional.
- C) o disparo de transações compensatórias de trás para frente para desfazer de forma lógica as gravações consolidadas anteriormente.
Em conformidade com os padrões de infraestrutura da PDPJ-Br, se um microsserviço periférico de consulta de endereços do Tribunal começar a falhar sistematicamente ou apresentar lentidão crônica, o padrão Circuit Breaker é ativado. Diante do colapso do serviço, o disjuntor de rede se abre e o sistema interrompe imediatamente o tráfego de novas requisições para:
- A) evitar a indisponibilidade total da plataforma, transferindo a competência de auditoria e logs para o painel de Service Discovery.
- B) impedir que a lentidão do serviço danificado se propague em cascata e cause o esgotamento dos recursos do microsserviço remetente.
- C) forçar o roteamento síncrono de chamadas JDBC diretas de banco de dados pelo API Gateway.
Com o objetivo de padronizar as integrações do Poder Judiciário, a Portaria nº 284/2021 establishes que as APIs RESTful devem aderir ao Nível 2 do Modelo de Maturidade de Richardson. Para atingir essa classificação de maturidade corporativa, a API exposta pelo analista deve operar exclusivamente utilizando:
- A) a divisão lógica por recursos identificados por substantivos lógicos associada ao uso semântico dos verbos e códigos de status HTTP.
- B) links hipermedia contextuais embutidos no payload JSON para guiar dinamicamente as ações futuras do cliente.
- C) um único endpoint genérico configurado para receber mensagens RPC empacotadas no formato XML/SOAP.
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