A empresa Beta decidiu implementar o COBIT 2019 para reestruturar suas operações corporativas. O diretor solicitou que o framework seja utilizado EXCLUSIVAMENTE como uma ferramenta para prescrever as novas decisões tecnológicas e de infraestrutura. À luz das definições do COBIT 2019, essa diretriz é:
- A) válida, pois o COBIT prescreve decisões tecnológicas e atua primariamente como um framework puramente técnico.
- B) válida, desde que a prescrição tecnológica englobe concomitantemente os frameworks de processos de negócio.
- C) inválida, uma vez que o COBIT não é um framework técnico e não prescreve nenhuma decisão tecnológica.
O comitê de governança da instituição financeira Ômega está revisando o papel de seus stakeholders no modelo COBIT 2019. Durante a reunião, o comitê atribuiu aos Parceiros de Negócio o dever de garantir a existência de um sistema de controles internos. Essa atribuição formal está:
- A) correta, pois os parceiros de negócio formam o público interno e gerenciam ativamente os controles de TI.
- B) incorreta, pois garantir o sistema de controles internos é atribuição dos Provedores de Garantia, que compõem o público interno.
- C) correta, pois excepcionalmente os reguladores externos delegam obrigatoriamente essa função aos parceiros da cadeia.
Para maximizar o valor dos seus investimentos, a autarquia Sigma focou seus esforços na exploração inteligente de dados corporativos e na capacitação e retenção de pessoal-chave de TI. Segundo o COBIT 2019, essas ações visam alcançar DIRETAMENTE qual componente do tripé de governança?
- A) Otimização de recursos, que busca garantir ambiente tecnológico econômico, informações adequadas e competência de pessoal.
- B) Realização de benefícios, que foca puramente na entrega de valor financeiro, prescindindo do treinamento de pessoas.
- C) Otimização de riscos corporativos, que garante a introdução imediata de hardware e a substituição de sistemas obsoletos.
Durante a implantação do COBIT 2019, a diretoria da empresa Delta utilizou a arquitetura aberta para incluir novas áreas de foco. O gestor do projeto alertou que essa ação IMPLICA OBRIGATORIAMENTE em modificar a estrutura do modelo central do COBIT. A advertência do gestor está:
- A) correta, pois as áreas de foco e o modelo central (Core) operam cumulativamente e exigem alteração estrutural simultânea.
- B) incorreta, pois o modelo central prescritivo foi suprimido no COBIT 2019, sendo substituído por modelos de foco isolados.
- C) incorreta, pois o princípio da arquitetura aberta permite adicionar áreas de foco sem implicações diretas no modelo central.
A rede de hospitais Gama, baseada no COBIT 2019, implementou um novo modelo de governança direcionado APENAS à função do departamento físico de TI, isolando o sistema do resto das filiais. Diante dos Princípios de um Sistema de Governança, a iniciativa da Gama:
- A) viola o sistema de governança de ponta a ponta, que exige abranger toda a tecnologia corporativa, independentemente de onde esteja localizada.
- B) cumpre a abordagem holística, que obriga a unificação física de todos os ativos computacionais exclusivamente no departamento de TI matriz.
- C) viola a distinção entre governança e gestão, uma vez que a governança deve obrigatoriamente se focar na execução técnica departamental.
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