A empresa Alfa adotou o CMMI 2.0 para OBRIGATORIAMENTE prescrever todas as etapas metodológicas e técnicas da construção do seu novo software. De acordo com os fundamentos do modelo, a intenção executiva da empresa é:
- A) válida, pois o CMMI atua primordialmente como um modelo prescritivo rígido focado na padronização exaustiva de tarefas sistêmicas.
- B) inválida, visto que o CMMI é um framework de melhores práticas que atua como um guia, e não como um modelo prescritivo.
- C) válida, desde que a prescrição seja aplicada exclusivamente na fase de concepção de produtos, dispensando as etapas de manutenção.
O órgão público Beta deseja avaliar a terceirização de seus serviços utilizando as atualizações do CMMI 2.0. Para isso, o gestor exigiu a adoção EXCLUSIVA do modelo CMMI for Acquisition (CMMI-ACQ). Essa exigência metodológica está:
- A) válida, pois o modelo de aquisição foi preservado isoladamente, suprimindo-se as áreas de gerência de pessoas e recursos humanos.
- B) válida, desde que o CMMI-ACQ atue paralelamente e de forma subordinada aos estágios do modelo contínuo de avaliação.
- C) inválida, pois o modelo CMMI-ACQ foi excluído na versão 2.0, sendo formalmente substituído pela visão de Gerência de Fornecedores (CMMI-SPM).
Durante uma auditoria na empresa Delta, o consultor classificou a governança no Nível de Maturidade 0 (Zero). O diretor contestou a classificação, alegando que a escala INICIA-SE OBRIGATORIAMENTE pelo Nível 1. Segundo a arquitetura do CMMI 2.0, a alegação do diretor está:
- A) incorreta, pois a nova versão do CMMI consolidou seis níveis de maturidade, que iniciam formalmente a partir do Nível 0 (Incompleto).
- B) correta, visto que os níveis de maturidade do framework evoluíram para englobar estritamente a faixa padronizada de 1 a 4.
- C) correta, pois o Nível 0 é utilizado APENAS para medir as categorias dinâmicas de Processos, e não na avaliação formal de Maturidade.
A autarquia Gama passou a empregar técnicas estatísticas robustas para compreender variações de desempenho e, com isso, prever a capacidade qualitativa de seus processos. Conforme as definições evolutivas do CMMI 2.0, essa organização enquadra-se no Nível de Maturidade:
- A) 3 (Definido), focado primordialmente em identificar variações para balizar as normas dos projetos departamentais.
- B) 5 (Otimização), cuja exclusividade teórica reside em rastrear e prever as quebras de conformidade estática em componentes de hardware.
- C) 4 (Gerenciado Quantitativamente), focado em identificar e entender a variação para prever a capacidade de atingir objetivos de desempenho.
Para assegurar a persistência de hábitos em seu time, a startup Sigma implantou a nova área de prática Governança (GOV) do CMMI 2.0. O gestor autorizou o ABANDONO dos processos SOMENTE quando os prazos legais sofrerem pressão extrema. Essa decisão executiva é:
- A) válida, pois o CMMI 2.0 prioriza o ambiente de negócios ágil, permitindo a suspensão contingencial das regras sob pressão ou atraso.
- B) inválida, pois o hábito gerado pelo modelo exige dogmaticamente que os processos não sejam abandonados, mesmo sob extrema pressão.
- C) válida, desde que a suspensão não gere consequências operacionais para a equipe, preservando a harmonia das áreas de trabalho.
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