O auditor Ômega identifica evidências de fraude maciça que geram dúvida incontornável sobre sua capacidade de manter-se no trabalho. Diante dessas circunstâncias excepcionais, os normativos de auditoria (NBC TA 240) exigem do profissional:
- A) A) Retirar-se do caso, comunicando as razões às autoridades reguladoras e à pessoa que o contratou.
- B) B) Explicar o abandono em assembleia aberta aos acionistas minoritários, mantendo exclusivamente sigilo estatal.
- C) C) Discutir a continuidade do contrato com a auditoria interna ou com os diretores operacionais do comitê regional.
A equipe Delta detectou diversas falhas de lançamentos que, isoladamente, ficaram muito abaixo do limite de materialidade. Porém, o sócio responsável decidiu revisar os riscos e os limites balizadores da auditoria (NBC TA 320). A atitude técnica foi:
- A) A) Incorreta, pois a avaliação agregada atua apenas nos casos atrelados de expressiva mudança na composição do capital.
- B) B) Incorreta, vez que o limite estipulado configura matriz engessada e inalterável após o planejamento.
- C) C) Correta, visto que distorções irrelevantes individualmente podem assumir caráter relevante pelo efeito conjunto.
Uma estatal opera em um setor de altíssima volatilidade tecnológica (Situação X). Simultaneamente, os técnicos da auditoria usam métodos de amostragem ruins, perdendo a representatividade da população contábil (Situação Y). Esses cenários descrevem, respectivamente, os riscos:
- A) A) Inerente, que precede o controle da entidade; e de Detecção, atrelado aos procedimentos fáticos do auditor.
- B) B) De Controle, relativo ao balanço; e Inerente, advindo puramente das ferramentas numéricas do escrutínio externo.
- C) C) De Detecção, ocasionado pela bolsa de valores; e de Controle, oriundo exclusivamente das ineficiências aduaneiras.
Ao mapear os balanços, o auditor independente precisa estruturar sua abordagem com foco nos riscos de distorção relevante (NBC TA 315). No arcabouço normativo de auditoria, essa categoria macro avaliada no nível das afirmações é composta faticamente pela intersecção dos riscos:
- A) A) De Detecção atrelados à máquina estatal ou de Mensuração estipulados pelas oscilações fiscais.
- B) B) Inerente e de Controle, que independem diretamente do auditor e compõem a matriz da organização.
- C) C) Operacional logístico e Estratégico financeiro, formatados nas operações das filiais subsidiárias.
Na fase preliminar do trabalho (NBC TA 300), o corpo técnico consolidou a estratégia global e formatou o plano detalhado operacional. Durante a execução, novas ocorrências macroeconômicas forçaram drásticas alterações no rito das análises. A normativa assevera que:
- A) A) O planejamento não é uma etapa estanque isolada, devendo o auditor atualizar a estratégia global e o plano.
- B) B) A estratégia inicial assume caráter irrevogável, admitindo ajustes puramente no repasse dos auditores focais.
- C) C) Ambos os balizadores atestam independência temporal, alterando-se o plano sem vincular a referida estratégia.
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