Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
TEXTO: A TIRANIA DA EFICIÊNCIA
No mundo contemporâneo, a pressa deixou de ser um sintoma de desorganização para se tornar uma virtude cívica. Somos constantemente instados a otimizar cada minuto, sob a ameaça velada de obsolescência profissional ou existencial. A tecnologia, que prometia nos libertar das tarefas repetitivas, acabou por colonizar o nosso tempo livre, transformando o ócio em um vazio repleto de culpa. A obrigação de ser produtivo infiltra-se até mesmo em nossos momentos de lazer, que agora são planejados com a mesma métrica de desempenho de uma planilha corporativa.
Diante disso, cabe perguntar: para que serve o tempo livre se não conseguimos mais habitá-lo sem angústia? A resposta tradicional apontaria para o repouso necessário à recomposição das forças de trabalho. No entanto, essa visão utilitarista reduz a vida a um ciclo contínuo de desgaste e reparação. Quando o descanso serve apenas para recarregar as energias para a próxima jornada, ele deixa de ser um espaço de liberdade para se tornar uma extensão da própria linha de montagem.
Infelizmente, à medida que a tecnologia avança, a sociedade exige que estejamos sempre disponíveis. Ao eliminar os tempos de espera e os vazios cotidianos, aniquilamos também a possibilidade de contemplação e desvio, que são as verdadeiras fontes da criação artística e intelectual. O ócio criativo não é o avesso do trabalho, mas a sua pré-condição indispensável. Quem não se permite perder tempo jamais encontrará caminhos inéditos, restando-lhe apenas repetir as fórmulas consagradas pela pressa.
No último parágrafo do texto, o autor admite que o ócio criativo:
- A) constitui um obstáculo à inovação intelectual, pois a pressa é que impulsiona a descoberta de fórmulas eficazes.
- B) deve ser evitado pelos profissionais contemporâneos para que não sucumbam ao tédio improdutivo das tarefas corporativas.
- C) atua como um requisito essencial para a inovação, contrapondo-se à mera repetição de padrões gerada pela urgência cotidiana.
- D) resulta de um avanço tecnológico que, ao abolir os tempos mortos, favorece a reflexão profunda e a autonomia artística.
- E) resume-se ao descanso físico necessário à recuperação das forças, validando a visão utilitarista do trabalho.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
TEXTO: A TIRANIA DA EFICIÊNCIA
No mundo contemporâneo, a pressa deixou de ser um sintoma de desorganização para se tornar uma virtude cívica. Somos constantemente instados a otimizar cada minuto, sob a ameaça velada de obsolescência profissional ou existencial. A tecnologia, que prometia nos libertar das tarefas repetitivas, acabou por colonizar o nosso tempo livre, transformando o ócio em um vazio repleto de culpa. A obrigação de ser produtivo infiltra-se até mesmo em nossos momentos de lazer, que agora são planejados com a mesma métrica de desempenho de uma planilha corporativa.
Diante disso, cabe perguntar: para que serve o tempo livre se não conseguimos mais habitá-lo sem angústia? A resposta tradicional apontaria para o repouso necessário à recomposição das forças de trabalho. No entanto, essa visão utilitarista reduz a vida a um ciclo contínuo de desgaste e reparação. Quando o descanso serve apenas para recarregar as energias para a próxima jornada, ele deixa de ser um espaço de liberdade para se tornar uma extensão da própria linha de montagem.
Infelizmente, à medida que a tecnologia avança, a sociedade exige que estejamos sempre disponíveis. Ao eliminar os tempos de espera e os vazios cotidianos, aniquilamos também a possibilidade de contemplação e desvio, que são as verdadeiras fontes da criação artística e intelectual. O ócio criativo não é o avesso do trabalho, mas a sua pré-condição indispensável. Quem não se permite perder tempo jamais encontrará caminhos inéditos, restando-lhe apenas repetir as fórmulas consagradas pela pressa.
A indagação “Para que serve o tempo livre?”, no contexto do segundo parágrafo, deriva da seguinte percepção do autor:
- A) o descanso moderno tornou-se excessivo, gerando angústia generalizada devido à ausência de tarefas profissionais estruturadas.
- B) as demandas tecnológicas superaram a necessidade de repouso, tornando obsoleto o ciclo de recomposição física dos trabalhadores.
- C) a ausência de utilidade prática nas atividades de lazer contemporâneas frustra a busca do indivíduo por realização profissional.
- D) a pressa diária otimizou de tal modo a rotina que o tempo de repouso perdeu sua antiga função reparadora.
- E) a lógica da produtividade colonizou o repouso, fazendo com que o indivíduo sinta culpa ou ansiedade ao afastar-se do trabalho.
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
- A) Devem-se a essa incessante busca por eficiência as crises de ansiedade que acometem os profissionais modernos.
- B) Não convém aos trabalhadores contemporâneos, submetidos a prazos exíguos, as cobranças por produtividade desmedida.
- C) Hão de existir, na rotina de quem busca o equilíbrio intelectual, momentos livres em que nada de produtivo se planejem.
- D) Fazem muitos anos que a sociedade ocidental elegeu a pressa como uma espécie de virtude cívica inquestionável.
- E) Mais de um analista da modernidade já afirmaram que a tecnologia acabou por colonizar o nosso tempo livre.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
TEXTO: A TIRANIA DA EFICIÊNCIA
No mundo contemporâneo, a pressa deixou de ser um sintoma de desorganização para se tornar uma virtude cívica. Somos constantemente instados a otimizar cada minuto, sob a ameaça velada de obsolescência profissional ou existencial. A tecnologia, que prometia nos libertar das tarefas repetitivas, acabou por colonizar o nosso tempo livre, transformando o ócio em um vazio repleto de culpa. A obrigação de ser produtivo infiltra-se até mesmo em nossos momentos de lazer, que agora são planejados com a mesma métrica de desempenho de uma planilha corporativa.
Diante disso, cabe perguntar: para que serve o tempo livre se não conseguimos mais habitá-lo sem angústia? A resposta tradicional apontaria para o repouso necessário à recomposição das forças de trabalho. No entanto, essa visão utilitarista reduz a vida a um ciclo contínuo de desgaste e reparação. Quando o descanso serve apenas para recarregar as energias para a próxima jornada, ele deixa de ser um espaço de liberdade para se tornar uma extensão da própria linha de montagem.
Infelizmente, à medida que a tecnologia avança, a sociedade exige que estejamos sempre disponíveis. Ao eliminar os tempos de espera e os vazios cotidianos, aniquilamos também a possibilidade de contemplação e desvio, que são las verdadeiras fontes da criação artística e intelectual. O ócio criativo não é o avesso do trabalho, mas a sua pré-condição indispensável. Quem não se permite perder tempo jamais encontrará caminhos inéditos, restando-lhe apenas repetir as fórmulas consagradas pela pressa.
Infelizmente, à medida que a tecnologia avança, a sociedade exige que estejamos sempre disponíveis. Numa nova redação, na qual se mantenham a correção e o sentido básico da frase acima, o elemento destacado pode ser adequadamente substituído por:
- A) a nossa inteira disponibilidade seja abster-se de exigência.
- B) nos abstenhamos de quaisquer conexões sob pena de exclusão.
- C) se promovam as condições de nossa permanente indisponibilidade.
- D) nos mantenhamos em permanente estado de prontidão.
- E) haja a supressão de nossa prontidão perante as demandas.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
TEXTO: A TIRANIA DA EFICIÊNCIA
No mundo contemporâneo, a pressa deixou de ser um sintoma de desorganização para se tornar uma virtude cívica. Somos constantemente instados a otimizar cada minuto, sob a ameaça velada de obsolescência profissional ou existencial. A tecnologia, que prometia nos libertar das tarefas repetitivas, acabou por colonizar o nosso tempo livre, transformando o ócio em um vazio repleto de culpa. A obrigação de ser produtivo infiltra-se até mesmo em nossos momentos de lazer, que agora são planejados com a mesma métrica de desempenho de uma planilha corporativa.
Diante disso, cabe perguntar: para que serve o tempo livre se não conseguimos mais habitá-lo sem angústia? A resposta tradicional apontaria para o repouso necessário à recomposição das forças de trabalho. No entanto, essa visão utilitarista reduz a vida a um ciclo contínuo de desgaste e reparação. Quando o descanso serve apenas para recarregar as energias para a próxima jornada, ele deixa de ser um espaço de liberdade para se tornar uma extensão da própria linha de montagem.
Infelizmente, à medida que a tecnologia avança, a sociedade exige que estejamos sempre disponíveis. Ao eliminar os tempos de espera e os vazios cotidianos, aniquilamos também a possibilidade de contemplação e desvio, que são as verdadeiras fontes da criação artística e intelectual. O ócio criativo não é o avesso do trabalho, mas a sua pré-condição indispensável. Quem não se permite perder tempo jamais encontrará caminhos inéditos, restando-lhe apenas repetir as fórmulas consagradas pela pressa.
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
- A) sob a ameaça velada de obsolescência (1º parágrafo) = diante da nítida promessa de modernização.
- B) transformando o ócio em um vazio repleto de culpa (1º parágrafo) = convertendo a inatividade em um vácuo eivado de remorso.
- C) reduza a vida a um ciclo contínuo de desgaste (2º parágrafo) = limite a existência a uma interrupção pontual do cansaço.
- D) aniquilamos também a possibilidade de contemplação (3º parágrafo) = preservamos inteiramente a aptidão para o devaneio.
- E) restando-lhe apenas repetir as fórmulas consagradas (3º parágrafo) = cabendo-lhe exclusivamente refutar os modelos tradicionais.
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